segunda-feira, 1 de março de 2010

Go West!

Companheiros,

remexendo algumas músicas aqui, achei uma que desperta muitas dúvidas com relação a sua "mensagem subliminar".  É a Go West do Pet Shop Boys. Quem tiver interesse pode assistir o clip em http://www.youtube.com/watch?v=qELD53oflkc . O Pet Shop Boys fez um clip de seu hit Go West, de 1993, onde marcham para o Oeste rumo à uma vida mais bela, livre e feliz. Utilizando uma série de ícones soviéticos (a estrela vermelha, soldados marchando com a bandeira rubra, imagens esculpidas em relevo de Lênin), eles passam a idéia de grandeza no futuro socialista, onde “Life is peaceful there/ In the open air/ Where the skies are blue/ This is what we're gonna do”. Nem a Estátua da Liberdade escapa: foi toda pintada de vermelho. A identificação entre socialismo e felicidade é nítida se se cola a letra da música com o vídeo. Acho que é uma boa pauta de discussão, pois se analisarmos a letra a fundo, vemos que fica aberto a interpretações se eles se referem ao oeste visto da Rússia, ou ao oeste visto dos Estados Unidos.

Att,

Dr. Ernesto.

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Datafolha 27/02

Dilma a quatro pontos de Serra... E eu que achei que dessa vez, o tucanato voltaria a pousar no planalto... Ainda tem muita água para rolar em baixo dessa ponte. Melhor do que ver Dilma crescer, é ver o Serra cair.

Dr. Ernesto.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Vale a pena ler e comentar!!!

Companheiros,

para esquentar os motores, vai aí um texto que não sabemos ao certo a autoria. Reza a lenda que é da espanhola Mônica Monasterio.

"Somos as primeiras gerações de pais decididos a não repetir com os nossos filhos os erros de nossos progenitores. E com o esforço de abolir os abusos do passado, somos os pais mais dedicados e compreensivos, mas por outro lado, os mais bobos e inseguros que já houve na história. O grave é que estamos lidando com crianças mais 'espertas', ousadas, agressivas e poderosas do que nunca. Parece que, em nossa tentativa de sermos os pais que queríamos ter, passamos de um extremo ao outro. Assim, somos a última geração de filhos que obedeceram a seus pais e a primeira geração de pais que obedecem a seus filhos. Os últimos que tivemos medo dos pais e os primeiros que tememos os filhos. Os últimos que cresceram sob o mando dos pais e os primeiros que vivem sob o jugo dos filhos. E o que é pior, os últimos que respeitamos nossos pais e os primeiros que aceitamos que nossos filhos nos faltem com respeito. À medida que o permissível substituiu o autoritarismo, os termos das relações familiares mudaram de forma radical, para o bem e para o mal. Com efeito, antes se consideravam bons pais aqueles cujos filhos se comportavam bem, obedeciam a suas ordens e os tratavam com o devido respeito. E bons filhos, as crianças que eram formais e veneravam seus pais. (...) Hoje, os bons pais são aqueles que conseguem que seus filhos os amem, ainda que poucos os respeitem. E são os filhos que agora esperam respeito de seus pais, pretendendo de tal maneira que respeitem as suas idéias, seus gostos, suas preferências e sua forma de agir ou viver. E, além disso, os patrocinem no que necessitarem para tal fim. Quer dizer, os papéis se inverteram, e agora são os pais quem tem que agradar a seus filhos para ganhá-los e não o inverso, como no passado. Isto explica o esforço que fazem hoje tantos pais e mães para serem os melhores amigos e "tudo dar" a seus filhos. Dizem que os extremos se atraem. Se o autoritarismo do passado encheu os filhos de medo de seus pais, a debilidade do presente os preenche de medo e menosprezo ao nos ver tão débeis e perdidos como eles. Os filhos precisam perceber que, durante a infância, estamos à frente de suas vidas, como líderes capazes de sujeitá-los quando não os podemos conter e guiá-los enquanto não sabem para onde vão. Se o autoritarismo suplanta, o permissível sufoca. Apenas uma atitude firme, respeitosa, lhes permitirá confiar em nossa idoneidade para governar suas vidas enquanto forem menores, porque vamos à frente liderando-os e não atrás, os carregando e rendidos à sua vontade. É assim que evitaremos que novas gerações se afoguem no descontrole e tédio no qual está afundando uma sociedade que parece ir à deriva, sem parâmetros nem destino. Os limites abrigam o indivíduo. Com amor ilimitado e profundo respeito."

Atenciosamente,

Dr. Ernesto.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Férias!

Companheiros,

é com grande satisfação que anuncio as férias do meu blog. Estarei ausente durante o recesso e só retornarei com os artigos provavelmente após o carnaval, que é quando começa realmente o ano no Brasil. Voltaremos com força total para começarmos a debater a campanha eleitoral de 2010. Dúvidas ou reclamações, podem comentar este artigo que eu terei o prazer em lê-lo. Após o recesso....rs

Att,

Dr. Ernesto (de sandálias!)

sábado, 5 de dezembro de 2009

Africanidades

Companheiros alunos,

conforme combinamos, deixo este espaço em aberto para que vocês desenvolvam o trabalho complementar do curso de História da África do Colégio Metta. O assunto que gostaria de abordar é: "Baseado no que já debatemos nas aulas, o que você acha necessário acontecer para que a África se torne um continente desenvolvido, com condições básicas para todos que lá vivem?". Aguardo então a resposta de vocês.

Dr. Ernesto.